desde 2008, quando montei a Surfluz, não mexo muito com código, pois estava focando na estruturação do memeLab, o que ainda me toma muito tempo.
mês passado, quando estive em Recife, ministrando uma oficina de video mapping no Nave, refleti sobre a inexistência de uma ferramenta livre e simples de utilizar. isso aconteceu ainda durante a preparação do material e durante a oficina recomendei que utilizassem o VPT que, apesar de estar licenciada em GPL, é desenvolvida utilizando Max, uma tecnologia proprietária, que não funciona em GNU/Linux.
durante o tempo livre em Recife, em vez de passear (o mais perto que cheguei disso foram 5 ou 10 minutos no Marco Zero) decidi programar. é, eu sei, não é o que eu deveria fazer depois de tanto tempo sem visitar a cidade, mas havia uma coisa (talvez a voz de Gabriel Furtado, colaborador do projeto) que me apontava para a demanda de uma ferramenta livre para mapping, especialmente se ela rodasse em Linux.
foi assim que comecei a desenvolver o Nav3, um protótipo multissistema escrito em Processing cujo foco é automatizar algumas rotinas de video mapping. feliz da vida, pude tocar na festa de encerramento da oficina com um software livre e realmente aberto.
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Andar por Genebra é uma experiência singular. Um ar romântico e algo literário - impossível não procurar o Outro Borges espreitando em algum banco de praça, debaixo do frio inesperado para uma primavera. Além disso, a presença de todas as instituições internacionais em torno da ONU - e das delegações do mundo inteiro que vão para lá pleitear, debater, influenciar - evoca uma certa sensação de fronteira. Mas é uma fronteira mundial, uma fronteira de todas as nações, que parece atrair a presença de muitxs
O festival