O protótipo de ZASF deu umas voltas por aí nos últimos meses. Primeiro, serviu um  hotsite sobre lixo eletrônico junto à instalação que Glauco Paiva montou dentro da programação Copenhague é aqui, na Matilha Cultural. Depois, foi montado em três momentos diferentes na bancada da MetaReciclagem durante a Campus Party. Não cheguei a implementar nenhum recurso novo no protótipo, mas usei o wiki nele para anotar alguns insights que emergiram durante o processo. E esse é mais um aspecto interessante da ZASF - essas anotações só existem ali, e acompanham o hardware onde ele for montado - uma espécie de diário, que ainda que virtual também está profundamente ligado ao atual - a informação só está disponível para quem está ali por perto, não existe espelho na internet. Se eu perder o hardware ou houver alguma falha de software, as últimas anotações desaparecem, sem deixar vestígios. Isso não me incomoda - talvez como um começo de resposta à pergunta que fiz na apresentação durante o mobilefest -   ainda existe mistério no mundo? . 

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