Repetindo uma vez mais os rituais para a criação de espaços simbólicos. Os tempos mudam, as metáforas precisam ser recicladas. Hoje estamos já enredados, com e sem fios. O nível de envolvimento é outro, e construir sentido coletivamente continua sendo um desafio.
Não partimos do zero, mas temos sempre novas questões a destrinchar. Seguimos pesquisando, experimentando, construindo. A busca de agora (que vai certamente transformar-se outra vez daqui a pouco) é: o que significa espaço público?
Agora que não precisamos mais defender os weblogs, agora que as listas e wikis e microblogs cresceram mais do que podíamos imaginar, que o software livre já mostrou que é viável, pra onde a gente vai? Quando as hipóteses viram certezas, pra onde apontam os novos paradoxos que queremos navegar?

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