Topei essa semana com o post dos Obsoletos sobre o prazer da destruição. Lembrei de algum dia no passado quando imaginamos uma oficina de MetaReciclagem que começasse com um ritual de destruição de um computador. Destruição mesmo, sem se preocupar se seria possível reaproveitar o material depois. A ideia era dessacralizar (ou, invertendo, consagrar a Shiva) os equipamentos. Tratar como abundância o que era considerado lixo, e dar às pessoas o luxo de desperdiçar esses recursos. Tem a ver também com a obsolescência programada de Lucas Bambozzi, que já comentamos aqui. Mas nunca encontramos oportunidade de levar a cabo esse tipo de oficina. Ainda vai rolar.

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